Baú de Crônicas

Sempre buscando um melhor entendimento das coisas de Deus!

Mais uma obra na Biblioteca

Publicado por Thiago André Monteiro em 23/Novembro/2009

Coloquei mais um título na minha Biblioteca. Parece que esse negócio vai mesmo vingar!


Discipulado
DISCIPULADO — O caminho para firmar o caráter cristão

TÍTULO ORIGINAL: Standing Together
AUTOR: HENDRICKS, Howard
EDITORA: Editora Betânia, 2005 (2ª edição) — ISBN: 85-358-0112-X
CATEGORIA: Discipulado


Thiago André Monteiro
2009–11–23

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O sermão da montanha, para educadores…

Publicado por Thiago André Monteiro em 9/Novembro/2009

Esse texto foi enviado por uma amiga (obrigado Priscila) e estava no meu Mailbox há algum tempo. Acho que vocês vão gostar.

Boa leitura a todos.

* * *

(Texto de abertura do Programa Rádio Vivo — Rádio Itatiaia, Belo Horizonte — de 15/10/2009)

Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem. Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a lição da Boa Nova a todos os homens. Tomando a palavra, disse-lhes: “Em verdade, em verdade vos digo: Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Felizes os misericordiosos, porque eles…”

Pedro o interrompeu:

— Mestre, vamos ter que saber isso de cor?

André disse:

— É pra copiar no caderno?

Filipe lamentou-se:

— Esqueci meu papiro!

Bartolomeu quis saber:

— Vai cair na prova?

João levantou a mão:

— Posso ir ao banheiro?

Judas Iscariotes resmungou:

— O que é que a gente vai ganhar com isso?

Judas Tadeu defendeu-se:

— Foi o outro Judas que perguntou!

Tomé questionou:

— Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?

Tiago Maior indagou:

— Vai valer nota?

Tiago Menor reclamou:

— Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.

Simão Zelote gritou, nervoso:

— Mas porque é que não dá logo a resposta e pronto!?

Mateus queixou-se:

— Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!

Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:

— Isso que o senhor está fazendo é uma aula? Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica? Quais são os objetivos gerais e específicos? Quais são as suas estratégias para recuperação dos conhecimentos prévios?

Caifás emendou:

— Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades integradoras com outras disciplinas? E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais? Elaborou os conteúdos conceituais, processuais e atitudinais?

Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:

— Quero ver as avaliações da primeira, segunda e terceira etapas e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade. Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto. E vê lá se não vai reprovar alguém! Lembre-se que você ainda não é professor titular…

Jesus deu um suspiro profundo, pensou em ir à sinagoga e pedir aposentadoria proporcional aos trinta e três anos. Mas, tendo em vista o fator previdenciário e a regra dos 95, desistiu.

Pensou em pegar um empréstimo consignado com Zaqueu, voltar pra Nazaré e montar uma padaria…

Mas olhou de novo a multidão. Eram como ovelhas sem pastor… Seu coração de educador se enterneceu e Ele continuou: “Felizes vocês, se forem desrespeitados e perseguidos, se disserem mentiras contra vocês por causa da Educação. Fiquem alegres e contentes, porque será grande a recompensa no céu. Do mesmo modo perseguiram outros educadores que vieram antes de vocês”.

Tomé, sempre resmungão, reclamou:

— Mas só no céu, Senhor?

— Tem razão, Tomé — disse Jesus — há quem queira transformar minhas palavras em conformismo e alienação… Eu lhes digo, NÃO! Não se acomodem. Não fiquem esperando, de braços cruzados, uma recompensa do além. É preciso construir o paraíso aqui e agora, para merecer o que vem depois…

E Jesus concluiu:

— Vocês, meus queridos educadores, são o sal da terra e a luz do mundo…

(Texto do professor Eduardo Machado)

Thiago André Monteiro
2009–11–09

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O filho

Publicado por Thiago André Monteiro em 2/Novembro/2009

Um homem muito rico e seu filho tinham grande paixão pelas artes. Tinham de tudo em sua coleção, desde Picasso até Rafael. Muito unidos, se sentavam juntos para admirar as grandes obras de arte.

Por uma desgraça do destino, seu filho foi para guerra. Foi muito valente mas morreu na batalha, quando resgatava outro soldado. O pai recebeu a notícia e sofreu profundamente a morte de seu único filho.

Um mês mais tarde, alguém bateu à sua porta. Era um jovem com uma grande tela em suas mãos e foi logo dizendo ao pai: “O senhor não me conhece, mas eu sou o soldado por quem seu filho deu a vida; ele salvou muitas vidas nesse dia e estava me levando a um lugar seguro quando uma bala lhe atravessou o peito, morrendo instantaneamente. Ele falava muito do senhor e de seu amor pelas artes.”

O rapaz estendeu os braços para entregar a tela:

“Eu sei que não é muito, e eu também não sou um grande artista, mas sei também que seu filho gostaria que o senhor recebesse isto.”

O pai abriu a tela. Era um retrato de seu filho, pintado pelo jovem soldado. Ele olhou com profunda admiração a maneira com que o soldado havia capturado a personalidade de seu filho na pintura. O pai estava tão atraído pela expressão dos olhos de seu filho, que seus próprios olhos encheram-se de lágrimas.

Ele agradeceu ao jovem soldado, e ofereceu-se para pagar-lhe pela pintura. “Não, senhor, eu nunca poderei pagar o que seu filho fez por mim! Essa pintura é um presente.”

O pai colocou a tela à frente de suas grandes obras de arte, e a cada vez que alguém visitava sua casa, ele mostrava o retrato do filho, antes de mostrar sua famosa galeria.

O homem morreu alguns meses mais tarde e se anunciou um leilão de todas as suas obras de arte. Muita gente importante e influente chegou ao local, no dia e horário marcados, com grandes expectativas de comprar verdadeiras obras de arte. Em exposição estava o retrato do filho. O leiloeiro bateu seu martelo para dar início ao leilão:

“Começaremos o leilão com o retrato “O FILHO”. Quem oferece o primeiro lance? Quanto oferecem por este quadro?”

Um grande silêncio… Então um grito do fundo da sala: “Queremos ver as pinturas famosas!!! Esqueça-se desta!!!”

O leiloeiro insistiu: “Alguém oferece algo por essa pintura? R$100? R$200?…”

Mais uma vez outra voz: “Não viemos por esta pintura, viemos por Van Gogh, Picasso… Vamos às ofertas de verdade.” Mesmo assim o leiloeiro continuou…

“Quem leva O FILHO?”

Finalmente, uma voz: “Eu dou R$10 pela pintura.”

Era o velho jardineiro da casa. Sendo um homem muito pobre, esse era o único dinheiro que podia oferecer.

“Temos R$10! Quem dá R$20?” gritou o leiloeiro.

As pessoas já estavam irritadas, não queriam a pintura do filho, queriam as que realmente eram valiosas para sua coleção.

Então o leiloeiro bateu o martelo: “Dou-lhe uma, dou-lhe duas, vendido por R$10!!!”

“Agora, vamos começar com a coleção!” gritou um.

O leiloeiro soltou seu martelo e disse: “Sinto muito damas e cavalheiros, mas o leilão chegou ao eu final”. “Mas, e as pinturas?” perguntaram os interessados.

“Eu sinto muito”, disse o leiloeiro, “quando me chamaram para fazer o leilão, havia um segredo estipulado no testamento do antigo dono. Não seria permitido revelar esse segredo até esse exato momento. Somente a pintura O FILHO seria leiloada; aquele que a comprasse, herdaria absolutamente todas as suas posses, inclusive as famosas pinturas.”

“O homem que comprou “O FILHO” fica com tudo!!!”

* * *

Texto recebido num e-mail enviado pela minha mãe (obrigado mãe!). Autor anônimo (pelo menos não foi mencionado no referido e-mail).

Thiago André Monteiro
2009–11–02

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